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16 de fevereiro de 2021

CNL - Calendarização

 As medidas de contenção da pandemia de Covid-19 têm tido consequências na vida das escolas, das bibliotecas, de toda a comunidadeducativa, no entanto, a realização da 14.ª ed. (2020-21) do CNL mantém-se e continuará a ser assegurada por todos os parceiros e intervenientes.

A calendarização das provas da Fase Escolar/Municipal e da Fase Intermunicipal é reajustada, de acordo com as seguintes datas:


29/10 – 8/03 -  Fase escolar/municipal

13/03 26/04: Fase intermunicipal

19/05 - Prova escrita de pré-seleção online

05/06 -  Final nacional.

No nosso concelho, as provas da Fase Municipal decorrerão nos dias 4 e 5 dmarço.

No Agº D. Pedro IV, os alunos selecionados (1º, 2º e 3º ciclo) farão a prova escrita, na escola D. Pedro IV e a prova oral, online, a partir de casa, com o seguinte calendário:

04/03 - 10.00h - Prova escrita de pré-seleção 

05/03 - 09.30h - Prova oral online (plataforma Teams)

Todas as regras impostas pela DGS serão tidas em conta durante o processo, garantindo a segurança de todos os intervenientes.


6 de fevereiro de 2020

CNL - Provas orais

Após a realização das provas escritas,  os nossos alunos apurados fizeram as suas provas orais. A Inês Carvalho, aluna selecionada para a Fase Distrital falou assim sobre o livro a concurso: Orlando e o tambor mágico de Alexandra Lucas Coelho.


O livro “Orlando e o tambor mágico” fala sobre um rapaz muito curioso que faz uma viagem à Guiné-Bissau com o seu pai e descobre que tem um grande amor pelos “bombolons”, que são uma espécie de tambores que lá existem e que causam um efeito mágico a quem os está a ouvir.
Um dia, quando Orlando vai com o seu primo dar um passeio, este conta-lhe que as árvores têm uma voz secreta. É como se as pessoas que estão junto delas as conseguissem ouvir transmitir o que elas já presenciaram ao longo das suas vidas e guardaram dentro de si, tornando-as mágicas.
Pensando nisto, Orlando questiona o seu pai sobre a razão pela qual em Portugal as árvores não falam e não são mágicas.
A resposta pode ser uma outra pergunta – “Será que elas não falam ou nós é que já nem as ouvimos?”                                                                                                                                               Inês Carvalho