Fonte:
29 de abril de 2013
Dia Mundial da Dança
A data foi criada em 1982 pelo Comité Internacional da Dança (CID) da UNESCO, que escolheu o dia 29 de Abril como o Dia Internacional da Dança.
A comemoração tem por base o dia de nascimento de Jean-Georges Noverre, que nasceu em 1727 e foi um dos grandes nomes mundiais da dança.
25 de abril de 2013
25 de abril - 39 anos depois
Revolução dos Cravos refere-se a um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 19332, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976.
Este golpe, normalmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários. Este movimento nasceu por volta de 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor. Sem apoios militares, e com a adesão em massa da população ao golpe de estado, a resistência do regime foi praticamente inexistente, registando-se apenas quatro mortos em Lisboa pelas balas da DGS.
Após o golpe foi criada a Junta de Salvação Nacional, responsável pela nomeação do Presidente da República, pelo programa do Governo Provisório e respectiva orgânica. Assim, a 15 de maio de 1974 o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos.
Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares, apenas terminado com o 25 de Novembro de 1975.
Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República.
Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de abril, denominado "Dia da Liberdade".
Fonte:
Youtube
24 de abril de 2013
DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR
Para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, os alunos do 1.º Ciclo do Agrupamento "A Ribeirinha" participaram num encontro com o ilustrador e escritor José Saraiva.
Foi uma atividade muito interessante porque o José Saraiva explicou exatamente como desenvolvia o seu processo de escrita: como lhe surgiam as ideias, como as trabalhava, como escolhia as personagens e, por fim, como realizava as ilustrações.
Aqui ficam algumas imagens...
Na última sexta-feira a Biblioteca Municipal José Régio marca encontro com...
Assinala-se, este ano, o 1º centenário do nascimento de Álvaro Cunhal. Conhecido como um dos mais importantes políticos do século XX português, é também um dos atores mais ativos no processo de construção da vivência democrática nacional, do pós 25 de Abril. Uma das suas facetas menos conhecidas é o gosto pela arte, nomeadamente pela literatura e pelo desenho. Com o pseudónimo Manuel Tiago, assinou quase uma dezena de títulos de ficção, com traços autobiográficos, que se enquadram no movimento neo-realista. Cunhal foi um dos principais mentores desta corrente artística, sendo conhecida, a este propósito, a polémica com José Régio.
A Biblioteca dedica-lhe o evento Na última sexta-feira marcamos encontro com..., de Abril, que terá lugar no dia 26, pelas 21,30h. A figura de Cunhal, nomeadamente o a sua perspetiva estética e filosófica quanto ao papel político da arte, será evocada pelo historiador Prof. Dr. Manuel Loff. O nosso convidado é professor associado da Universidade do Porto, integrando o Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais. É investigador no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Dedica-se, há mais de 20 anos, ao estudo do século XX, especialmente as ditaduras da Era do Fascismo e os processos de construção social da memória da opressão ou das experiências da sua superação. Doutorou-se no Instituto Universitário Europeu (Florença). Colabora com várias universidades e centros de investigação europeus e americanos. Assina, quinzenalmente, uma coluna de opinião no jornal Público. No Átrio Principal da Biblioteca, estará patente, a partir de 18 de Abril, uma pequena exposição sobre Cunhal.
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